sábado, 30 de outubro de 2010

Nações firmam pacto no Japão para dividir riqueza genética da natureza

Boa Tarde. Trago boas noticias, parece que lideres mundial já estão concientizados na importância de utilizar novas tecnologias para concervação. Agora é só por em prática!!!


29/10/2010 14h26 - Atualizado em 29/10/2010 16h04

Nações firmam pacto no Japão para dividir riqueza genética da natureza

Encontro sobre biodiversidade em Nagoya terminou nesta sexta-feira (29).
Meta é proteger 17% das áreas terrestres e 10% das marinhas até 2020.

A agência de noíticas Reuters informou que delegados de quase 200 países reunidos na cidade japonesa de Nagoya chegaram nesta sexta-feira (29) a um consenso sobre a delicada questão do acesso aos recursos genéticos dos países em desenvolvimento - ricos em uma grande diversidade de espécies animais e vegetais, mas que não aproveitam, ou pouco aproveitam, os benefícios econômicos que elas geram.
Com o protocolo sobre Acesso e Partilha de Benefícios (ABS, na sigla em inglês), o dinheiro resultante da venda de produtos baseados em genes do "reservatório de biodiversidade" dos países do Sul - animais, plantas, micro-organismos - seja dividido entre quem pesquisa, desenvolve e comercializa e o país em que o recurso foi identificado e explorado. A meta é, basicamente, conter a biopirataria.
“Protocolo de Nagoya” será o nome de batismo da regulamentação internacional sobre uso de recursos genéticos da biodiversidade aprovada na Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB).
Em negociações há oito anos, o protocolo ABS havia sido fortemente reivindicado por países em desenvolvimento. "É um sonho que todos os países tinham em mente há muito tempo", comemorou o ministro japonês do Meio Ambiente, Ryu Matsumoto, que presidiu os debates.
Outro plano de metas
Outro objetivo da conferência foi definir metas para proteger a biodiversidade até 2020, embora os países já tenham descumprido a meta de 2010.
Hoje só 13% dos ecossistemas terrestres estão protegidos. No caso dos oceanos, áreas de preservação não chegam a 1%. Os Estados signatários da CDB assumiram o compromisso de proteger até 2020 17% das áreas terrestres e 10% das áreas marinhas do planeta.

Artigo: www.g1.com.br/ciencia


 

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